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IA Generativa: o começo do fim da Internet?

Quando a IA usar todo seu poder pra criar conteúdo, vamos conseguir consumi-lo?

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Um dos assuntos mais comentados agora na área de tecnologia é a popularização da Inteligência Artificial Generativa.

São aqueles programas como o DALL-E, Stable Diffusion, Lex, entre outros, que usam enormes bancos de dados e computadores com poder de processamento gigantesco pra criar imagens e conteúdo via Inteligência Artificial.

Isso vem criando a possibilidade de cortar custos na hora de criar ilustrações, deixar as máquinas criarem posts e vídeos na internet, sem que os criadores precisem gastar muita massa encefálica.

Por outro lado, isso leva ao surgimento de mais fake news e deep fakes, desenvolvidas para atingir nichos cada vez mais específicos.

Algumas empresas coletam dados da sua navegação e dos seus hábitos na Internet e criam um conteúdo perfeito para influenciar a sua cabeça.

Esse é um perigo para a democracia, claro. E pode gerar uma série de outros problemas. Basicamente, não poder confiar em mais nada do que é dito na Internet.

A Inteligência Artificial tem um poder inalcançável de produzir conteúdo, certo?

E, com o tempo, vai surgindo tanto conteúdo que seria impossível os humanos consumi-lo. E aí as próprias máquinas vão ter que fazer isso.

E se, no futuro, esse problema crescer numa escala tão grande que torne impossível, perigoso demais, ou talvez irrelevante, a própria atividade de publicar e consumir conteúdo online?

E se a internet virar uma terra empesteada, totalmente doente, da qual a gente não queira chegar nem perto?

Será que a Inteligência Artificial é o começo da superação da Internet? Ou seja, será a Inteligência Artificial Degenerativa?

Por Eduardo Fernandes

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